sexta-feira, 7 de junho de 2013

O LEÃO DE TAMAR

    Li uma história muito interessante sobre os mártires da igreja primitiva. Fiquei pensando sobre eles e comparando com a igreja de nossos dias.
    Não negar a Cristo era a palavra de ordem entre nossos irmãos sofredores. Eles estavam decididos a perder a própria vida em prol da vida eterna garantida por nosso Senhor Jesus Cristo.
     Ia ficando cada vez, mais vermelho de vergonha a medida que meus olhos iam passando pela história a ponto de pensar que hoje podemos está vivendo um engodo, um infeliz engano; talvez pensando que estejamos esperando á imaginar que; Ao invés de um cristianismo legitimo e real, o que há na verdade é um Disneynismo (uma junção da Disney do Miquey com cristianismo), ou quem sabe participando de uma atividade lúdica com nossos filhos dentro dos templos acondicionados e cheios de pompa que estão erguidos às centenas nas grandes cidades de nosso abençoado país.
    As estrelas do evangelho estão recebendo os aplausos pela boa atuação frente aos debates a que são desafiados. E a impressão que temos e que eles são o centro de tudo.
     E alguém empolgado com o oba-oba de tanta repercussão, ainda sugere um novo embate para ver quem nocauteia melhor, se Deus ou o diabo.
      Aí, me vem a lembrança que alguém leu em algum lugar que a saudosa e inesquecível Madre Tereza de Calcutá, certo dia, entrevistada por um repórter, foi inquirida a falar do sucesso de suas ações.
    E a humilde freira não se exaltou com tamanha chance de se gloriar e falou:  - Deus não me chamou para fazer sucesso! Deus me chamou para fazer uma obra!       Essa capacidade de se despir das vaidades que o mundo moderno proporciona a alguns mortais de fazer sucesso junto a outros igualmente mortais, nem que seja por uns dias ou meses e até mesmo por alguns anos é algo que vai de encontro com o que de mais importante se pode aprender com o Cristianismo, seja ele o de hoje ou de ontem. Nossos irmãos primitivos na verdade eram maltratados, humilhados, açoitados, e se tornavam refeição de leões e ursos famintos e ferozes que lhes rasgavam a carne enquanto uma plateia de idiotas se deliciava por vê-los perecer por um motivo simples: “Não abriam mão de colocar em evidência a sua fé que na verdade estava acima da vida e também da morte”.
Eles entendiam que o centro das arenas de Roma não era nada comparado ao Cristocentrismo que eles aprenderam a valorizar com os apóstolos. Eles sabiam que Cristo era o centro real de tudo aquilo que estava acontecendo ali. Não havia motivo para festa. O que existia eram lágrimas derramadas de filhos, pais, mães, irmãos amigos, etc.
Conta-se a história de uma moça que tinha por nome, Tamar.
Tamar foi levada ao centro de uma das arenas e com ela um jovem por nome, Yeshuah Ageumh.
Um dos verdugos dizia a menina:
- Negue a seu Jesus e eu não deixarei que os leões ti devorem menina. Você deverá dizer apenas assim: – Ave Cezar! E tudo ficará bem.
A resposta de Tamar veio em forma de canção: – Jesus! Jamais ti negarei! Recebe o meu espírito assim como um dia recebeste o espírito do nosso irmão Estevão.
O rapaz que estava no centro da arena ao lado de Tamar soluçava sem parar e ela dizia:
- Não chore menino! Louve ao Senhor! Logo, tudo isso vai passar e estaremos bem!
O menino obedeceu ao pedido de Tamar e começou a cantar uma canção que ele aprendeu com sua avó quando ela o ensinava a usar um lagar que seu pai havia construído para a família e que ficava na parte lateral de sua casa em Nahim, aquela cidade que Jesus um dia ressuscitou outro menino. Soluços misturaram-se a bela canção de louvor.
A ordem foi dada; logo um gladiador Egípcio levantou um gradeado pesado que estava junto a um dos muros do coliseu e dali logo saiu o primeiro leão esfomeado. Uma jaula enferrujada foi aberta e de lá saíram mais dois leões ferozes e furiosos. E os jovens cristãos, entre o pavor e a alegria de morrer por conta de sua fé aproveitavam para terminar a canção da vovó de Nahim. Não demorou muito e os dois foram mutilados pelas feras que não deram atenção aos gritos de satisfação da multidão de mortos de fome que parecia não ter o que fazer a não ser assistir a mais um show de terror a céu aberto. Para que o inferno tremesse de terror.
O que me chamou a atenção nessa história foi um detalhe que me deixou ainda mais vermelho de vergonha desses heróis da fé.
Tamar! Era Judia! Seus tataravôs pertenciam à tribo de Judá, e quando ainda era uma criança, seus pais lhe contaram que: a tribo de Judá, quando ia para as batalhas, levava a frente de seu exercito, um estandarte que tinha estampado exatamente a figura de um leão. E Tamar acostumou-se a ver na entrada de sua casa em Jerusalém, que, um velho, porém, conservado estandarte com a figura do Leão de Judá ornamentava a varanda.
O que os verdugos e a plateia que assistiram e participaram daquele embate entre os “leõezinhos” e os “cristãozinhos” naquele dia não sabiam era que a jovem Tamar não temia leões. Leão para ela não significava ferocidade e vontade de matar. O Leão que Tamar conhecia era poderoso, imbatível, forte nas batalhas.
Se fosse possível imaginar o último pensamento da menina judia, descendente de uma das tribos mais valentes que existiu em Israel eu arriscaria a pensar que a nossa heroína encarou olhos nos olhos de cada um daqueles leões e disse:
- Levem-me pequenos bichanos para o meu Leão. Levem-me para o meu Leão de Judá. Levem-me e com muito cuidado porque eu vou contar para o meu Leão de Judá tudo o que vocês fizerem comigo. Levem-me agora. Levem-me a mim e Yoshuah! Levem-nos!
E assim foi! E assim suas almas se foram! Sem holofotes, sem estrelismo, sem piedade, sem oba-oba.
E o centro de tudo jamais poderá ser alguém que imagina que pode fazer sucesso em nome de Deus. Porquê o Centro de tudo é Cristo. Assim ensina a história.
O Centro de tudo é aquele que vive e reina para sempre. Cristo Jesus! Amém!
A glória é Dele! Tudo tem que ser para Ele! A glória é Dele! Ele é o Centro de tudo! O leão de Judá! Jesus! O Leão de Tamar.
Graça e paz
Postado por irmão luiz

terça-feira, 4 de junho de 2013

Deus é Sanguinário?


Deus não é, nunca foi e jamais será um Deus sanguinário, como alguns costumam pensar por falta de uma correta informação sobre o motivo das ações de Deus, especialmente na exigência de apresentação do sangue de sacrifícios de animais nos dias do Velho Testamento.
Não são poucos os que pensam que era por um capricho de Deus que ele exigia tal derramamento de sangue para a satisfação da sua ira.
Como se Ele fosse um Deus cruel e irado por natureza, e que tem grande alegria em ver sangue sendo derramado.
Nada contraria mais a verdade relativa ao caráter amoroso e justo de Deus do que abrigar tal tipo de pensamento.
Na verdade, os sacrifícios de animais chocavam e tinham mesmo este propósito de causar a dor da perda, porque tudo aquilo apontava para o único meio pelo qual seria possível fazer a remissão, a expiação, o perdão dos nossos pecados.
Aquele sangue apontava para o sangue precioso de Jesus, do próprio Deus, que se fazendo homem, morreria por nós na cruz, para que pudéssemos ser libertados da escravidão ao pecado.
Que preço elevado!    Que preço terrível!
O sangue de Jesus foi o único modo de pagamento aceitável para a nossa libertação.
Para por fim à violência na Terra, quando Ele voltar para estabelecer o Seu reino de amor e paz, em sua forma final.
Não seria possível apagar o pecado com orações, com ofertas, até mesmo com o sangue de animais (que era uma figura), mas com o sangue do Cordeiro de Deus (Jesus) que tira o pecado do mundo.
Tendo Ele morrido uma vez, já não morre mais, e desde então, não mais se exige qualquer sacrifício de animais.
Tudo foi consumado na cruz.
E hoje temos o correto entendimento que a causa do sacrifício não é um Deus sanguinário, e Ele nos livre de tal pensamento, mas os nossos próprios pecados.
Deus não tem qualquer pecado.
Nós é que estamos cheios de maldade e de pecados, e importa aprendermos a viver em amor, paz e bondade, debaixo da cobertura do sangue de Jesus.
Recados para FacebookGraça e Paz:
Postado por Irmão luiz
 
 
 

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Cinco verdade sobre o perdão




Em Mateus 6:14-15 fala sobre as 5 verdades sobre o Perdão.
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O perdão é um princípio fundamental para a vida cristã; uma das coisas que mantém muitos em cativeiro hoje.
- A maioria está muito bem com o princípio do perdão, mas nunca realmente executam o seu pleno significado em sua vida.
- A falta de perdão na vida de uma pessoa é uma escravidão destrutiva que causa contenda, divisão, depressão, opressão, doença, divorcio e até mesmo condenação.

Definição de Perdão: Conceder indulto gratuito ou remissão de qualquer ofensa ou dívida; desistir de toda reivindicação.
A palavra grega traduzida como “perdoar” significa literalmente cancelar ou remir. Significa a liberação ou cancelamento de uma obrigação.
1. O perdão é uma ordem não uma sugestão. Mateus 6:14-15
- Isto é fato depois que o Senhor ensinou Seus discípulos a orar.
- Este é um princípio espiritual
- Deus não quer falar conosco até que reconciliemos nossas diferenças com o outro. (Mateus 5:24)
- Prov. 19:11 “O entendimento do homem retém a sua ira; e sua glória é passar sobre a transgressão”
- Prov. 24:29 “Não digas: Como ele me fez a mim, assim lhe farei a ele; pagarei a cada um segundo a sua obra”
- Colossenses 3:12-13 “Revesti-vos pois, como eleitos de Deus, santos, e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade; Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se algum tiver queixa contra outro: assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também”

2. Não há limite para o perdão. Mateus 18:21-22
- Jesus não disse para perdoar 490 vezes e parar, é ilimitado.
- Quantas vezes você quer ser perdoado?
- 1 Coríntios 13:5 – O amor não guarda rancor.
- 1 Pedro 4:8 – O amor cobre uma multidão de pecados.
- Devemos aprender a perdoar como Deus perdoa.
- Salmo 103:12 “Quanto o oriente está longe do ocidente, tanto tem ele afastado de nós as nossas transgressões”.

3. A falta de perdão nos mantém em cativeiro. Mateus 18:23-35
- Impede o perdão do Pai.
- Fomos perdoados de uma dívida que nunca poderíamos pagar, qualquer dívida para nós é minúscula em comparação ao que recebemos.
- Ele foi entregue aos torturadores. V.34 – A falta de perdão abre a porta para doenças físicas e mentais e fortalezas demoníacas.
- Pode limitar ou até mesmo bloquear as bênçãos em nossa vida.
- Podemos bloquear nosso próprio perdão. Mateus 6:14-15 – Se não perdoamos, não podemos ser perdoados.
- Provérbios 28:13 “Aquele que encobre as suas transgressões jamais prosperará, mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia”
- A falta de perdão é um pecado que bloqueia a prosperidade.
- Nos deixa amargos e os nossos corações endurecidos.
- Hebreus 12:15 “Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando vos perturbe, e por ela muitos se contaminem”

4. O perdão é um ato volitivo.
- Não um sentimento, mas uma decisão.
- É contínuo (passado, presente e futuro).
- É do espírito – e não a carne, não a alma.
- Você deve ser capaz de ver o seu agressor como um espírito vivo, não um inimigo, não como um desafio no caminho da vida, não como um obstáculo no seu caminho para o paraíso.

5. A conciliação é sempre a resposta.
- Não podemos permitir quaisquer áreas de falta de perdão em nossa vida.
- Devemos manter nossa consciência limpa e manter-nos em comunhão com os demais.
- Não insistir na falta de perdão
- Ordena a sua alma para estar sujeita ao seu espírito.

Conclusão:
Romanos 12:14-18
14 Abençoai aos que vos perseguem, abençoai, e não amaldiçoeis.
15 Alegrai-vos com os que se alegram; e chorai com os que choram;
16 Sede unânimes entre vós; não ambicioneis coisas altas, mas acomodai-vos às humildes; não sejais sábios em vós mesmos;
17 A ninguém torneis mal por mal; procurai as coisas honestas, perante todos os homens.
18 Se for possível, quanto estiver em vós, tende paz com todos os homens.

“Sempre perdoe seus inimigos – nada os aborrece mais.
Postado por  irmão luiz

O RAÇÂO





NO EVANGELHO DE MATEUS 6  versículo 9 ao 13 nos  motra
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os seis passos da oração:
 Reconhecer a soberania de DEUS;
Declarar a sua vontade sobre nossas vidas;
  Assumir a nossa dependência material dele para viver;
  Solicitar o seu perdão para sermos felizes;
  Pedir direção em nossas vidas e
  Declarar o seu poder sobre todas as coisas.
Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o teu nome;
Venha o teu reino, seja feita tua vontade, assim na terra como no céu;
O pão nosso de cada dia nos dá hoje;
Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos os nossos devedores;
E não nos induzas a tentação; mas livra-nos do mal;
Porque teu é o reino, e o poder, e a glória para todo sempre amém.
O Senhor Jesus, quando instruiu os seus discípulos ao ato da oração, Ele procurou através do Pai Nosso coloca-los, inclusos naquilo que todo cristão deve carregar consigo na sua aproximação de Deus através da oração. Ao ensinar-lhes o Pai Nosso, o Senhor não queria apenas que eles repetissem, mas sim que tirasse ensinamentos de cada palavra e frase que Ele falou. A poderosa oração do Pai Nosso interliga a uma freqüência de acontecimentos em nosso ato de orar. Vejamos versículo a versículo:
Vs 9 Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o teu nome;
É o início da oração Jesus exalta a soberania de DEUS, afirmando que Ele é o Senhor e está na mais alta posição celestial, dando a Ele toda a honra e a merecida glória. É assim que devemos proceder ao iniciar a nossa oração, reconhecendo através de nossas palavras a soberania e santidade do nosso Deus. Um bom início para começarmos a adentrar o Trono da graça, e estabelecer o começo de nossa ligação com DEUS.
Vs 10 Venha o teu reino, seja feita tua vontade, assim na terra como no céu;
Nesse versículo, o Mestre ensina que devemos almejar (Desejar ardentemente, ansiar) que o Pai nos mostre as suas maravilhas e a sua glória, através da misericórdia colocada diante de nós. Conhecer seus mistérios é sinal de uma comunhão profunda com ELE, mas também que acima de tudo temos que respeitar a sua vontade, pois ela é soberana em nossas vidas. Tanto no mundo em que vivemos (terra) como no mundo espiritual (céu).
Vs 11 O pão nosso de cada dia nos dá hoje;
Agora JESUS destaca, que não devemos esquecer que de DEUS vem as nossas provisões. É dever do cristão em oração lembrar disso, que os nossos mantimentos, vestimentas vem do alto, assim dependemos Dele para nos suster, o que nos leva a pedir por sua misericórdia diariamente.
Vs 12 Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos os nossos devedores;
JESUS nos mostra que pedir-mos perdão a DEUS em nossas orações é muito necessário, mas agora podemos aprender que para o perdão chegar em nossas vidas, é preciso que também o pratiquemos com as pessoas que errem conosco, ou seja, quer saber como é ser perdoado: não se esqueça de praticar o perdão em suas orações diante de DEUS, se você sente-se bem quando Ele o perdoa, é assim que as pessoas se sentem quando a perdoamos.
Vs 13a E não nos induzas a tentação; mas livra-nos do mal;
Nessa parte da oração JESUS nos conduz a raciocinar da seguinte forma: que em DEUS vivemos, nos movemos e existimos, o ciclo de nossa vida depende Dele e não podemos fazer nada sozinhos, “Sem mim nada podeis fazer”, e que para ser-mos felizes devemos pedir a DEUS que nos mova pelo caminho certo, nos desviando dos laços (tentação) nos afastando do mal. Pedindo isso ao Senhor, estamos enfim delegando a Ele, a plena autoridade sobre nossas vidas, para dirigir nossos passos e nossas vontades, ao que devemos estar prontos para: aceitar de DEUS o caminho que ele preparar pra nós.
Vs 13b Porque teu é o reino, e o poder, e a glória para todo sempre amém.
Encerrando o Ciclo da nossa oração, diremos ao SENHOR que todo poder e toda glória a ele pertence eternamente. Assim estaremos selando nossas palavras, concedendo total autoridade a DEUS sobre nós e liberando em nossas vidas a boa perfeita e agradável vontade do Pai amém.
 Deus abençoe você!
Postado por irmão luiz

“O TOC TOC DO SENHOR E O CONVITE PARA A FESTA NO CÉU”



“Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele e ele comigo.” Apocalipse 3.20
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Quem de vocês querem comer do pão e não mais sentir fome e beber da fonte de águas vivas e não mais sentir sede?
Quais de vocês preferem a vida eterna em Cristo Jesus no céu, do que a vida eternar no lago de fogo?
Hoje está à porta amados, mais uma vez, mais uma oportunidade.
Larga esse prazeres da carne, e volte para os braços, de volta ao caminho da salvação: JESUS CRISTO!!!
Como imitadores de Cristo, temos que buscar aos perdidos. Seja vós o “toc toc” do Senhor
“E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. ”
Marcos 16:15
“… assim haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.”Lucas 15:7
Amados não negue ao chamado do Senhor, Ele tem um propósito na tua vida e na vida da tua família !
Te convido hoje amado, em nome de Jesus, Vem Viver em Cristo e Venha Morar no Céu !!!
O Senhor, nosso Deus, não faz acepção de pessoas: ele não vai reparar nas tuas vestes, não vai olhar se é preto , rosa , branco ou colorido.
Ele vai olhar um filho que esteve perdido mas que quer voltar pra casa do seu Pai

Venha amado, deixa Deus te usar, dê o primeiro passo !
postasdo por  irmão luiz

quinta-feira, 18 de abril de 2013

A VOLTA PARA CASA




seguindo a mutidão
 
O caminho mais famoso no mundo, é a Via Dolorosa, «a vereda da tristeza». Segundo a tradição, é a rota que Jesus percorreu do palácio de Pilatos até o Calvário. A rota está marcada por estações usadas freqüentemente pelos cristãos para suas devoções. Uma dessas estações marca a passagem do veredicto de Pilatos.

Outra, a aparição de Simão para ajudar a levar a cruz. Duas estações recordam as quedas de Jesus e outra, as Suas palavras. No total, há quatorze estações, cada uma recordando os acontecimentos da caminhada final de Cristo.

É a rota verdadeira? Provavelmente não. Quando no ano 70 D.C. e mais tarde em 135, Jerusalém foi destruída, as ruas da cidade o foram também. Como resultado, ninguém sabe exatamente qual foi a rota que Jesus seguiu naquela sexta-feira.

Mas nós sabemos onde começa esse caminho.

Começa não no tribunal de Pilatos, mas sim nos salões do céu. O Pai iniciou sua jornada quando deixou seu lar para vir em nossa busca. Iniciou a busca armado com nada mais que paixão para ganhar seu coração.
Esse é o coração da mensagem cristã.

Deus se fez homem. Nasceu em um estábulo comum, de pais comuns, mas seu propósito era extraordinário.
 
Veio para nos levar ao céu. Sua morte foi um sacrifício por nossos pecados. Jesus foi nosso substituto. Ele pagou por nossos erros para que nós não tivéssemos que pagar. O desejo de Jesus foi único: trazer seus filhos de volta para casa.
A Bíblia tem uma palavra para esta busca: reconciliação.
«Deus estava em Cristo, reconciliando consigo o mundo» 2 Coríntios 5.19
A palavra grega traduzida como reconciliação quer dizer «fazer algo de uma maneira diferente». A vereda da cruz nos diz exatamente quão longe Deus iria para voltar a juntá-lo todoA reconciliação torna a unir o que está separado, inverte a rebelião, reacende a paixão que se esfriou. A reconciliação toca o ombro do extraviado e o põe no caminho para o lar.
Graça e  Paz
postado por ir Luiz














O estado dos mortos












Há várias passagens que indicam que os mortos estão conscientes.
1 Sam 28:3,11-16, 19 Samuel, embora morto, aparentemente falou com Saul. 
Luc 9:30 Moisés, embora havia morrido (Deut 34:5-6), apareceu e conversou com Jesus.
Lc 16:25 "Lázaro...está consolado, tu, porém em tormentos."
Fil 1:21-23 Paulo esperava morrer e estar com Cristo.
2 Co 5:6-8 Estar com o Senhor implica estar consciente.
Heb 12:1 Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta,
(Embora a palavra "testemunhas" (gr. Martus) geralmente seja usada no sentido de "mártir", o contexto indica que estes que foram citados no capítulo 11 estão nos rodeando, ou seja, estão observando o que estamos fazendo.)
Apoc 6:9-10 Os mártires evidentemente estavam conscientes.

Embora estas passagens não declarem claramente o estado dos mortos, elas indicam a grande possibilidade de que estes estejam conscientes.